ATEM 1 M/E Advanced Panel 10
Painel de corte físico de um M/E para as mesas ATEM. Tira o corte do mouse e põe em botões de verdade.
Painéis e controladoras para operar mesa de corte, câmeras e matrizes com botão físico em vez de mouse. Valem quando a operação ao vivo pede rapidez e precisão.
Painel de corte físico de um M/E para as mesas ATEM. Tira o corte do mouse e põe em botões de verdade.
Tira o controle de câmera do computador e põe na mão de uma pessoa. Íris, branco, pedestal e ganho de até quatro câmeras, com botão e manche de verdade.
Mesa de áudio com fader motorizado e tela de toque, feita para produção ao vivo. É o lugar onde o som deixa de ser ajustado no mouse.
Painel de hardware para operar qualquer switcher ATEM. Botões inclinados com retroiluminação colorida, rótulos dinâmicos, joystick e manche calibrado, em formato de rack.
Painel físico de 2U para comandar as matrizes KUMO sem computador. Em operação ao vivo, botão de verdade evita o erro que o mouse causa.
É a ponta do sistema CCU-100 que fica na câmera: recebe o SDI, alimenta a câmera e devolve ao operador o retorno do programa e o intercom, tudo por um cabo só.
Controla a PTZ do local do evento a partir de outra cidade e já vem com os 12 meses de dvCloud de que o BB-1 precisa para funcionar.
O operador na base controla as câmeras PTZ e o switcher do local do evento pela internet, sem abrir porta no firewall nem configurar IP.
Joystick, botões de imagem dedicados e a imagem da câmera na própria tela: o operador ajusta enquadramento e exposição sem tirar os olhos do controlador.
Botão físico para cada preset e joystick na mão, sem rede para configurar: cada câmera vai num cabo RJ-45 direto no controlador.
Tira o KMU-100 do menu: enquadrar e trocar de recorte vira movimento de joystick e toque de botão.
O SE-1200MU fica no rack e o operador precisa de botões na bancada. O RMC-260 é esse painel, ligado por um cabo serial.
Um cabo de rede e o joystick já funciona: controle e energia chegam pela mesma porta. Para quem opera até três PTZ e quer mão no joystick, não no mouse.
O operador vê a imagem da câmera na própria tela do controlador e escolhe quem ela vai seguir. Até 24 câmeras numa mesa só.
Tira o replay do menu e põe na mão: marca o lance, acha o ponto no jog wheel e define a velocidade na alavanca.
Tira do menu as funções que o operador usa toda hora e põe em botões numa tela de toque. Na série 3200, estúdio virtual multicâmera, saída AUX, crosspoint, Flex Source e PiP ficam a um toque.
Um cabo de rede leva dados e energia até o painel, sem tomada perto da bancada. Os comandos mais usados do switcher ficam em botões na tela de 7 polegadas.
Tira o operador da reunião: quem fala ganha a câmera, com corte limpo e o nome na tela. Serve para plenário, sala de conselho e aula híbrida.
Podcast com várias câmeras e nenhum operador: a mesa de som já sabe quem está falando, e o VoiceTRX50 usa isso para cortar.
Um cabo só por câmera, de até 100 m, leva vídeo, energia, tally, intercom e o retorno do programa. O kit já vem com os 4 adaptadores AD-2, os controles RMC-240 e os headsets.
Dá ao ATEM uma superfície física de corte com T-Bar, keys, macros e saída de tally, numa caixa de 1,5 kg que liga por um cabo de rede com PoE.
Um operador corta o programa e enquadra as PTZ sem mudar de equipamento: no modo Follow PVW, o joystick passa a comandar a câmera que está no preview.
Cada preset guarda também a velocidade do movimento (Memory Speed): o plano geral entra devagar e o close chega rápido, sem o operador mexer na velocidade no meio da transmissão.
Para operações com muitas câmeras na rede: endereça até 255 PTZ e, com ONVIF, VISCA e Pelco, conversa com câmeras de fabricantes diferentes.
Joystick, presets na tela principal e velocidade PTZ em 7 níveis, num corpo de 1,1 kg e 244 x 164 mm que cabe ao lado do switcher.
Para estúdios com câmeras NDI: controla pela própria rede do vídeo e mistura, no mesmo teclado, câmeras com protocolos diferentes.
Tira o replay do mouse: marca entrada e saída, roda o lance no shuttle e troca entre câmeras e clipes por teclas físicas. Vem com case para ir de um evento a outro.
Tira o replay do teclado e do mouse: marcar entrada e saída, achar o lance no shuttle e soltar no ar viram gestos de mão. São 42 teclas, contra 29 do Replay.
Corte, transição e volume do vMix com a mão no T-bar e nos knobs, não no mouse. Os 42 botões mudam de cor, então dá para separar câmeras, gráficos e áudio por cor.
Painel estreito, com 1/5 da largura de rack: vários lado a lado formam a bancada de controle de imagem do estúdio.
Controle de imagem por joystick num painel pequeno, que também comanda as PTZs da Panasonic pela rede.
Um painel para o engenheiro de imagem deixar todas as câmeras do estúdio no mesmo padrão, antes e durante o programa.
Pan e tilt no joystick, zoom ou foco na alavanca do próprio manche e foco por toque na tela: uma pessoa opera várias PTZs com uma mão no controle.
Cabe na mesa ao lado do switcher e liga com um cabo de rede só, que leva controle e energia.
Para quem opera várias PTZ sem ter operador de câmera: um clique no ícone da pessoa sobre a planta do local e todas as câmeras do grupo vão para a posição salva.
Uma PTZ que enquadra sozinha o palestrante ou o grupo, do jeito que você definiu, sem operador no controle. É a licença para começar com uma câmera.
Três PTZ enquadrando sozinhas ao mesmo tempo, acompanhadas numa única tela por uma pessoa só. Para auditório, igreja ou plenário em que falta gente na técnica.
Você escolhe os equipamentos, a gente confere o projeto e envia a proposta. Sem checkout, sem robô: um consultor de verdade olha a sua lista.