Blackmagic Ethernet Switch
Switch de rede feito para vídeo, não para escritório. Com conexões na traseira, para o rack ficar organizado e o cabeamento não aparecer.
Baterias, cabos, fontes, mídias e peças que completam o projeto. É onde costuma faltar algo no dia de ligar tudo, por isso entram na lista conferida.
Switch de rede feito para vídeo, não para escritório. Com conexões na traseira, para o rack ficar organizado e o cabeamento não aparecer.
Visor de estúdio de 7 polegadas com 2.000 nits e luz de sinalização grande: a câmera URSA vira câmera de produção ao vivo.
Para quando a antena remota fica longe do rack: o booster compensa a perda do cabo e só amplifica a faixa da versão escolhida, atenuando o que está fora dela.
Tira as antenas de cada receptor do rack: duas antenas para até quatro receptores, e os EW-D EM ainda dispensam a fonte própria.
A antena já traz a eletrônica de RF dentro: dispensa combinador, divisor e amplificador de antena, e chega à Base Station por um cabo de rede.
Leva energia até a PTC-140 pelo mesmo cabo de rede do controle IP. A câmera no teto ou na parede deixa de precisar de tomada ao lado.
O teleprompter passa a ser alimentado por um cabo CAT6 que vem do switch PoE, sem precisar de tomada no ponto da câmera.
É a peça que falta para ligar a PTC-140 num switch PoE: um cabo CAT6 leva energia e controle IP até a câmera.
Quatro vias BNC num cabo só de 3 m, em vez de quatro cabos soltos atrás do equipamento.
Quatro vias BNC num cabo só de 3 m, para ligar equipamento de definição padrão sem quatro cabos soltos.
Deixa a equipe usar headset de computador no beltpack ITC-100SL.
Um lance só de 30 m entre câmera e técnica leva energia, intercom, tally, vídeo e retorno, em vez de quatro cabos separados.
Energia, intercom, tally, vídeo e retorno num lance de 30 m. A câmera longe da técnica recebe tudo por um cabo só.
Energia, intercom, tally, vídeo e retorno num lance de 50 m, para a posição de câmera que fica do outro lado do espaço.
100 m num lance só para intercom, tally, vídeo e retorno, em sistemas que trabalham em SD.
Faz o SE-2800 ou o SE-2850 mandar o tally para o intercom ITC-100, sem montar cabo sob medida.
Liga a saída de tally do SE-3000 ao ITC-100, para o cinegrafista saber pela luz quando a câmera dele está no ar.
Leva o belt pack do ITC-100 a 20 m da central, com o mesmo XLR de 5 pinos que o sistema já usa.
Uma passada de cabo por câmera em vez de quatro: vídeo, retorno, controle e intercom chegam juntos, a 30 m da técnica.
Uma passada de cabo por câmera em vez de quatro: vídeo, retorno, controle e intercom chegam juntos, a 50 m da técnica.
Leva o belt pack do ITC-100 a 50 m da central, com o mesmo XLR de 5 pinos que o sistema já usa.
Faz o switcher avisar o intercom e o controlador de PTZ sobre qual câmera está no ar, sem o diretor precisar falar.
Uma câmera a 30 m da CCU com um cabo só: vídeo, controle, energia, retorno e intercom no mesmo conector.
Uma câmera a 50 m da CCU com um cabo só: vídeo, controle, energia, retorno e intercom no mesmo conector.
Uma câmera a 80 m da CCU com um cabo só: vídeo, controle, energia, retorno e intercom no mesmo conector.
Uma câmera a 100 m da CCU com um cabo só: vídeo, controle, energia, retorno e intercom no mesmo conector.
Liga uma porta D-Sub de 9 pinos a um conector Mini-DIN de 8 pinos com 15 m de cabo, para quando o equipamento fica longe da técnica.
Leva o controle serial das PTC-120 por cabo CAT comum, em vez de um cabo RS-232 dedicado. É a ponta que fica do lado da câmera.
É a ponta do lado do controlador: tira o RS-232 do painel e coloca no cabo CAT, para a câmera poder ficar mais longe da técnica.
Quem tem SE-1200MU e ITC-100 no mesmo rack liga um no outro com um cabo pronto, feito para esse par.
Liga uma fonte HDMI a uma tela a 30 m com um cabo só, sem fonte de energia no meio, e já pronto para 4K a 60 Hz.
Cobre 50 m de HDMI com um cabo só, sem fonte de energia no meio, e já pronto para 4K a 60 Hz.
100 m de HDMI num cabo só, sem fonte de energia no meio, pronto para 4K a 60 Hz.
Troca o feixe de cabos de cada câmera por um só: vídeo, retorno de programa, controle, intercom e tally no mesmo cabo de 50 m.
Cobre a distância máxima do sistema CCU-200, 100 m, com vídeo, retorno, controle, intercom, tally e energia num cabo só.
Cabo curto de sinal de GPI e tally, para fechar a ligação entre aparelhos que ficam lado a lado.
É a peça que fecha a ligação serial entre o painel de toque TPC-700 e o estúdio virtual TVS-2000A, do jeito que a Datavideo indica.
Com ele, zoom, foco, íris e tally da Sony FX6 ou da Panasonic BGH-1 passam a ser operados pela cabeça PTR, sem montar cabo sob medida.
Com ele, zoom, foco, íris e tally da Blackmagic Studio Camera 4K Pro ou das câmeras Canon compatíveis listadas pela Datavideo passam a ser operados pela cabeça PTR, sem adaptador nem fiação feita sob medida.
Adapta a ligação do belt pack ITC-100SL entre P2 de 3,5 mm e XLR de 4 pinos, sem montar cabo sob medida.
Cabo DVI de 1,8 m da própria Datavideo, para ligar o switcher a um aparelho com DVI que fica ao lado.
Carretel de metal com alça para enrolar e transportar cabo de extensão.
Pega a energia da linha, de 9 a 30 V, e entrega 12 V estáveis para a câmera ou o equipamento de outra marca na ponta do cabo.
Recebe os 48 V que chegam pelo cabo da técnica e entrega a tensão que a câmera ou o acessório pede: 7,2, 8,4 ou 12 V.
Dispensa alguém ao lado da câmera: quem está gravando controla o início e o fim da gravação com o pé.
O conteúdo do kit TP-300 sai da embalagem e entra direto no case, sem recortar espuma. É o jeito de levar o teleprompter para a gravação externa sem montar proteção improvisada.
Um case pequeno, do tamanho do TP-500, que recebe as peças do kit sem recortar espuma.
O teleprompter de tela grande para câmera de ombro viaja no case feito para ele, com as peças acomodadas sem recortar espuma.
Case de rodinhas de uso geral: a espuma pré-cortada da base é montada conforme o equipamento que você leva.
O controlador de PTZ viaja encaixado numa espuma cortada no formato dele, sem folga para bater no transporte.
Espaço para montar um kit inteiro num volume só, puxado como mala. A espuma pré-cortada da base se ajusta ao que você levar.
Três câmeras PTZ num volume só, cada uma no seu encaixe. A equipe desmonta o evento e as câmeras já saem protegidas.
O rack RMK-6A viaja dentro de uma espuma cortada no formato dele, sem folga para bater.
O estúdio portátil inteiro vai para o evento num case feito para ele, com compartimentos acolchoados que seguram o equipamento no lugar.
Leva o SHOWCAST 100 de um evento a outro dentro de um case rígido de rodinhas, feito para ele.
Os kits de teleprompter maiores da Datavideo viajam num volume só, com rodas e espuma picotada ajustada a cada kit.
O painel de controle viaja num encaixe feito para ele, sem folga para bater no transporte entre um evento e outro.
Para quem grava em DN-600, DN-700, HDR-60 ou HDR-70 e quer um disco a mais pronto para trocar.
Os HDR-80 e HDR-90 já vêm com duas gavetas. A HE-4 é a terceira, para ter um disco montado e pronto para a troca.
Põe o tempo da técnica na frente do apresentador, em dígitos de 45 mm, sincronizado pelo timecode. Montado junto do TP-750, quem está no ar confere o relógio sem tirar o olho da câmera.
É o vinil mais grosso da série MAT: 0,6 mm, contra 0,35 mm do MAT-5 e do MAT-7. A Datavideo o apresenta como a versão premium da linha.
Rolo verde de 54 m para parede, o dobro do comprimento do MAT-2. Rende várias faixas de 1,8 m para cobrir uma parede inteira.
O mesmo rolo de 1,8 x 54 m do MAT-5, em azul. É o fundo para quando o verde aparece no figurino ou no cenário.
Põe o relógio do estúdio na mesma hora da rede e ainda deixa o produtor disparar contagem regressiva do computador. Com o LTC-45, fecha o sistema de tempo com um cabo de rede só no ponto.
Troca as fontes soltas de cada equipamento por uma ligação só, com saídas de 3, 5 e 10 A para cada tipo de equipamento.
Para a transmissão que não pode apagar: se uma entrada de energia cai, a outra segura os equipamentos, e o LED vermelho avisa a falha.
Manda 48 V pelos cabos 4 em 1 até a câmera distante, junto com vídeo e intercom, a partir de uma unidade de 1U no rack.
Com a Nikon 28-135 mm de zoom motorizado, a KOMODO X não precisa de motor externo no PTR-15: este kit traz só os dois cabos que faltam.
Dois aparelhos pequenos da Datavideo, como o conversor DAC-45, dividem 1U do rack em vez de ficarem soltos sobre a bancada.
Oito conversores DAC em 2U, ligados numa fonte só em vez de oito fontes pequenas atrás do rack.
Fecha um vão de 3U no rack com uma peça só.
Fecha um vão de 1U no rack, o menor espaço que sobra entre dois equipamentos.
Dá lugar no rack para o aparelho que não foi feito para ele, como um DVD player.
Tira as 8 ligações do ITC-100 para um painel de rack, com os cabos numerados canal a canal. Quem monta o rack não precisa descobrir qual porta vai em qual.
Um sinal de vídeo composto vira 8 saídas no painel traseiro do rack, prontas para os cabos dos monitores e equipamentos analógicos.
Coloca no rack o HDR-80, que é de mesa, e ainda cabe um segundo gravador ao lado no mesmo espaço de 2U.
A fita verde mais estreita da linha: 48 mm em rolo de 25 m. A Datavideo faz as fitas em larguras diferentes, e a TA-2 tem o dobro, 96 mm.
A fita verde mais larga da linha: 96 mm em rolo de 25 m, o dobro da largura da TA-1.
A única fita azul da linha, para quem recorta em azul. O rolo tem 18,3 m, mais curto que os 25 m das fitas verdes.
Dá ao professor um roteiro de aulas pronto, capítulo por capítulo, montado em cima do HS-3200. A turma aprende operando o mesmo equipamento que aparece no livro.
O mesmo roteiro de aulas para o professor, agora montado em cima do HS-2600 e de uma câmera com rastreamento automático.
É o guia para a escola que transmite fora do estúdio: formatura, apresentação no palco e jogo do time, com o HS-1600T MARK II montado no local.
Material de apoio para o professor que vai usar o estúdio da escola com os alunos: cada capítulo do guia tem uma atividade em grupo correspondente, montada em torno de um jornal da manhã ao vivo.
Concentra na traseira do rack as entradas SDI dos gravadores, dos monitores de 4,3" e do vetorscópio do OBV-2800, cada uma no seu BNC.
Põe na traseira do rack as 4 entradas XLR do mixer de áudio e a saída HDMI de multiview do OBV-2800, para ligar as fontes de áudio e o monitor por fora.
Entrega o programa em 3 BNC ao mesmo tempo, além de prévia e multiview, direto na traseira do rack do OBV-2800.
Leva para a traseira do rack as entradas HDMI dos dois monitores de 17" e a entrada de 12 V do OBV-2800.
Junta num painel só as ligações de intercom e de tally do rack. Os cabos dos belt packs se ligam ali, sem mexer no ITC-100.
Prende o SE-900 no rack numa bandeja própria, em vez de deixar o switcher solto sobre a mesa ou dentro da case.
Junta num painel de rack do MS-2800B o atraso de áudio AD-100 e a distribuição de SDI do VP-445.
Concentra num painel as ligações SDI que o MS-3000 troca com o mundo de fora: preview, multiview, AUX, gravador e monitores. O cabo do evento se liga ali, sem entrar no rack.
Concentra num painel o áudio que entra e sai do MS-3000 e as entradas HDMI do switcher e dos monitores.
Leva as 4 linhas de controle de câmera do MS-3000 para o painel, e o cabo de cada câmera se liga ali.
Converte o SDI em vídeo composto e já distribui para 8 saídas, num painel de rack só.
Leva 4 saídas SDI para a traseira do OBV-2800, já com o amplificador de distribuição VP-445 embutido no painel.
Concentra na traseira do OBV-2800 os 4 XLR de 5 pinos ligados ao intercom e 3 saídas HDMI do sistema.
Leva uma saída SDI do SE-2800 até a entrada CV do CCU-100 dentro do OBV-2800: o conversor DAC-50S embutido transforma o SDI em vídeo composto.
Dá à van OBV-2800 entradas e saídas de áudio balanceado em XLR na traseira, para ligar a mesa de som externa sem passar cabo por dentro do rack.
Recebe na traseira da van os cabos SDI longos que chegam por repetidores, porque três das oito portas já têm o VP-633 embutido.
Leva a rede e o HDMI do OBV-2800 para a traseira do rack, onde o cabo de internet e os monitores externos se ligam por fora da van.
A NEOiD PTZ USB vem com cabo de 3 metros. Quando o computador fica mais longe que isso, este extensor de 15 metros é o que a própria NEOiD indica para a câmera.
O NEOiD TALLY conversa com vários switchers pela porta GPI. Este é o cabo que faz essa ligação no TriCaster.
Tira os encoders e decoders de cima da mesa e prende tudo num espaço de 1U do rack, com os cabos organizados.
A porta RS232 da NEOiD PTZ USB não vai longe. Este adaptador passa o controle para RS485 e leva o joystick a mais de 100 metros da câmera.
Leva a placa de captura PCIe para o notebook. A mesma 5iO ou 3O do computador fixo vai para a locação junto com o notebook.
Carrega duas baterias da série AG-VBR de uma vez, em cerca de metade do tempo do carregador anterior, o AG-B23.
Dobra a autonomia da AG-CX350 em relação à bateria da caixa: aprox. 6 h 40 min de gravação contínua com uma carga.
É a mesma bateria que vem na caixa da CX350 e da CX370. Uma unidade extra cobre o evento que passa do tempo de uma carga.
O meio-termo da série: aprox. 5 h de gravação contínua na AG-CX350, pesando aprox. 333 g, contra aprox. 441 g da AG-VBR118.
Você escolhe os equipamentos, a gente confere o projeto e envia a proposta. Sem checkout, sem robô: um consultor de verdade olha a sua lista.