Hollyland Lark A1
Lapela sem fio que conecta direto no celular, sem configuração. Grava em 48 kHz e 24 bits, com cancelamento de ruído em três níveis.
Microfones de mão, de lapela, de locução e sem fio, e o que o áudio precisa para chegar limpo na transmissão. O ambiente e quem fala decidem o modelo.
Lapela sem fio que conecta direto no celular, sem configuração. Grava em 48 kHz e 24 bits, com cancelamento de ruído em três níveis.
Microfone de lapela sem fio que prende na roupa e já está pronto. O cancelamento de ruído por inteligência artificial segura a voz limpa mesmo em rua e café.
Dois microfones sem fio que espetam direto no iPhone, sem cabo e sem adaptador. Para quem grava entrevista com o celular na mão.
Dois microfones sem fio com receptor de dois canais que serve tanto para câmera quanto para celular. Alcance de 200 metros e pareamento automático.
Microfone sem fio de 9 gramas que some na camisa do pregador. Áudio em 48 kHz e 24 bits, dez horas de bateria e conexão que liga e funciona.
Cadeia completa de áudio sem fio: captação, transmissão e monitoramento com atraso muito baixo, com gravação em ponto flutuante de 32 bits.
Estúdio de áudio sem fio num aparelho ultraleve, com equalização guiada pelo aplicativo. Reúne o que normalmente exige vários equipamentos de som.
Microfone de lapela sem fio com gravação de segurança dentro do transmissor: 8 GB e até 14 horas em WAV. Se a transmissão cair, o áudio do programa não cai junto.
Dois microfones sem fio de 7 gramas, com receptor para câmera e receptor USB-C no mesmo kit. Grava em 48 kHz e 24 bits e some na roupa do apresentador.
Dois transmissores e um receptor da geração M2, com áudio em 48 kHz e 24 bits e até 300 metros de alcance. O padrão para entrevista e vlog em dupla.
Sistema de lapela sem fio com dois transmissores e receptor com tela OLED. Alcance de 100 metros e apenas 5 ms de latência.
Sistema sem fio digital, o topo da linha da Shure. Até 184 MHz de sintonia em cada receptor, com o nível de confiabilidade que grande evento e broadcast exigem.
Sistema sem fio analógico, a porta de entrada da Shure. Simples de ligar e de operar, resolve a igreja ou o auditório que precisa de um microfone sem fio confiável sem entrar no mundo digital.
Microfone de cabeça condensador subminiatura, para apresentação e palco. Cápsula de 5 mm num braço articulado, que se ajusta ao rosto e quase desaparece na imagem.
Microfone de lapela omnidirecional, indicado para posicionamento discreto. Cápsula subminiatura de 5 mm: pequena o bastante para não aparecer nem na câmera fechada.
Sistema sem fio digital com bateria recarregável e troca automática de frequência. Feito para quem não quer administrar pilha nem procurar canal livre antes de cada culto.
O microfone estéreo digital acompanhado do tripé e da braçadeira de celular. É o conjunto de quem produz vídeo com o telefone e leva a sério o áudio.
A versão do MV88+ pensada para ligar no computador: captação estéreo digital para quem grava ambiente, instrumento ou conversa em mesa.
Microfone sem fio de estéreo com padrão ajustável, que conecta direto no celular sem receptor na mão. Quatro padrões de captação para escolher quanto de ambiente entra, do foco na voz ao registro do lugar.
Microfone sem fio de um canal, que conecta direto no celular sem receptor na mão. Uma pessoa falando, com o microfone preso na roupa e o celular gravando.
Microfone sem fio de dois canais, que conecta direto no celular sem receptor na mão. Entrevista de duas pessoas, cada uma com o seu microfone, gravadas em canais separados.
Microfone USB de voz com nivelamento automático. Para quem grava sozinho e não quer ajustar ganho a cada episódio.
Microfone de voz que resolve os dois mundos: entra no computador por USB hoje e na mesa por XLR quando o estúdio crescer, sem trocar de microfone.
Microfone de locução com interface de áudio embutida: além dele, ainda entra um segundo microfone ou um instrumento, sem mesa nenhuma.
A versão só XLR da linha MV7. Para quem já tem mesa de áudio e quer o som de locução sem pagar pela parte USB.
Microfone estéreo que encaixa no celular. Para quem precisa de áudio decente de improviso, sem carregar equipamento.
Lapela com conector de celular. É o jeito mais barato de tirar o áudio do microfone interno do telefone e colocá-lo perto da boca.
Microfone de orelha condensador, para apresentação corporativa. Da linha Microflex, proporcional ao rosto e discreto em quadro.
Sistema sem fio digital, a entrada do digital da Shure. O primeiro degrau acima do analógico: som mais limpo e configuração automática, sem exigir operador de áudio.
Sistema sem fio digital, o profissional da Shure. Digital com criptografia AES-256 e gestão de canais. É a escolha de quem transmite conteúdo que não pode ser interceptado.
Sistema sem fio digital, o do meio da linha da Shure. Áudio de 24 bits com alcance e estabilidade de operação profissional, num sistema que ainda é simples de instalar.
Microfone de cabeça condensador cardioide resistente, para aula de ginástica e ambiente úmido. Construído para suor e respingo, que é onde o microfone comum falha em semanas.
Headset condensador para músico que toca e canta. Feito para quem precisa das duas mãos no instrumento e da voz sempre na mesma distância.
O microfone de instrumento que virou padrão: cardioide, aguenta pressão sonora alta e capta desde caixa de bateria até amplificador de guitarra.
O microfone de mão mais conhecido do mundo, e com razão: cardioide, resistente e com resposta feita para voz.
O microfone de mão da reportagem. Omnidirecional, resistente a vento e a tranco, feito para entrevista em pé no meio do barulho.
Voz limpa e natural mesmo numa sala cheia de computadores, monitores e luzes. Um microfone dinâmico pensado para quem fala de perto: rádio, podcast, locução e broadcast.
O microfone de locução com o pré-amplificador já dentro dele. Resolve o problema clássico do SM7B, que é precisar de muito ganho e acabar trazendo ruído junto.
Headset condensador para uso longo. Leve e totalmente ajustável, pensado para quem usa o microfone por horas seguidas.
Microfone de lapela omnidirecional da linha TwinPlex, feito para teatro. A resposta é pensada para o microfone escondido no figurino, onde a voz ainda precisa sair inteligível.
Microfone de lapela omnidirecional, indicado para teatro, cinema e transmissão. Um pouco mais de realce de presença que o TL45, para quando a voz precisa cortar a mistura.
Microfone de lapela omnidirecional, indicado para uso geral. É o mais versátil da família: resposta equilibrada, que serve de entrevista a palco sem soar ajustado demais.
Microfone de lapela omnidirecional, indicado para voz que precisa de brilho. Com reforço de banda fixo, para vozes que somem na mistura ou para uso sob roupa grossa.
Microfone de lapela omnidirecional, indicado para instalação discreta. Lapela subminiatura da linha UniPlex, feita para desaparecer na roupa em apresentação e em transmissão.
Sistema sem fio digital, o de muitos canais da Shure. Feito para operação com muitos microfones no mesmo ambiente, com alta densidade de canais e gestão centralizada.
Microfone de mão omnidirecional para reportagem, com corpo longo e saída alta. Feito para a entrevista que acontece em pé, no meio do barulho.
Shotgun profissional para reforço de som e captação a distância, quando o microfone não pode entrar em quadro.
Shotgun de encaixe na câmera, supercardioide, alimentado por pilha. Resolve o áudio da câmera sem depender de mesa nem de sistema sem fio.
O shotgun de câmera com gravador embutido: capta e grava no próprio microfone, então o áudio existe mesmo se a câmera falhar.
Microfone estéreo de ponto único, que capta o ambiente com largura real. Para quando o som do lugar faz parte do que se quer contar.
Sistema shotgun modular: o mesmo corpo aceita cápsulas de comprimentos diferentes, conforme a distância e o ambiente da captação.
Headset dinâmico para uso pesado e ambiente alto. Robusto: aguenta suor, volume alto e o tranco de quem se movimenta muito.
Microfone de lapela omnidirecional, indicado para uso geral. Pega bem mesmo quando quem fala vira o rosto, que é o que sempre acontece em entrevista.
Microfone de lapela supercardioide, indicado para ambiente barulhento. Foca na frente e rejeita a lateral, que é o que reduz retorno e ruído de plateia.
Microfone de lapela cardioide, o meio-termo da família. Rejeita menos que o supercardioide e perdoa mais o movimento de cabeça.
Lapela e microfone de mão na mesma caixa, com um receptor só na câmera. Para quem alterna entrevista sentada e externa no mesmo dia.
O microfone de mão do repórter sem cabo até a câmera: o receptor pluga no XLR, acha a frequência sozinho e liga junto com a câmera. A cápsula é dinâmica e cardioide, a MMD 835.
O receptor compacto encaixa direto na entrada XLR da câmera, liga e desliga junto com o phantom P48 e acha a frequência sozinho. Para quem precisa da lapela gravando em segundos, sem configurar RF.
É o AVX com a lapela MKE 2, de 4,8 mm de diâmetro e diafragma protegido contra suor. Mesmo receptor que encaixa na câmera e acha a frequência sozinho.
Para quem canta ou fala se movendo: o timbre se mantém parecido quando a boca sai do eixo ou muda de distância. E dá para escolher a versão com chave liga/desliga silenciosa.
Quando o palco está alto e a voz precisa aparecer na mixagem: o supercardioide capta menos o som em volta e deixa subir mais o ganho antes da microfonia.
Saída alta e agudos claros para a voz não sumir numa mixagem cheia, num microfone dinâmico que dispensa phantom e liga direto no canal XLR da mesa.
Para a voz principal em palco com bateria e retorno alto: o supercardioide rejeita o ruído em volta e resiste à microfonia.
Um condensador de diafragma grande no formato de microfone de mão: detalhe de estúdio na voz, com chaves de padrão polar, corte de graves e pré-atenuação no próprio corpo.
O receptor do AVX vendido avulso: serve para repor o do kit ou para montar mais um canal em outra câmera.
Dois canais digitais num receptor de 1U com divisor de antena embutido: até oito EM 6000 ligados em cascata usam um único par de antenas.
Microfone de mão sem fio com a cápsula 835, dinâmica e cardioide, para voz cantada ou falada. A cabeça é trocável: o mesmo transmissor aceita outras cápsulas Sennheiser e Neumann.
Tira o cabo entre a guitarra e o amplificador sem mudar o volume: o manual traz os ajustes de ganho unitário para o receptor entregar o mesmo nível de um cabo.
Receptor avulso para somar um canal a um sistema EW-D ou repor um receptor, com o mesmo app e a mesma busca automática de frequência.
Lapela sem fio digital para quem fala em público, com receptor, bodypack e microfone na mesma caixa. A busca de frequência livre é automática e o ajuste pode ser feito pelo celular.
Lapela e microfone de mão na mesma caixa, com um receptor: para quem alterna entre falar com as mãos livres e passar o microfone.
Headset sem fio digital para quem canta ou fala com as mãos ocupadas. O ME 3 é cardioide e a Sennheiser o descreve como resistente à microfonia.
O kit de lapela da linha EW-D com a ME 4, uma lapela cardioide: capta principalmente o que está à frente dela, enquanto a ME 2 do EW-D ME2 Set é omnidirecional.
Bodypack avulso para somar um transmissor a um receptor EW-D EM ou repor um, com a mesma entrada para lapela, headset e cabo de instrumento.
Receptor e bodypack sem microfone na caixa: você escolhe a lapela ou o headset entre os modelos que a Sennheiser lista como compatíveis com o EW-D SK.
Microfone de mão avulso para o receptor EW-D EM: serve de reposição ou para somar uma voz ao sistema, com a cápsula escolhida entre as compatíveis.
Transmissor de mão e receptor sem cápsula: a cabeça do microfone fica à sua escolha entre dinâmicas e condensadoras Sennheiser e Neumann.
Microfone de mão sem fio com o receptor na câmera, para entrevista e sonora em lugar barulhento.
Para quem quer montar o próprio conjunto EW-DP ou precisa de um receptor a mais para a câmera. Fica na sapata e entrega o áudio em P2 (3,5 mm) ou XLR, com os dois cabos na caixa.
Lapela e transmissor plug-on para microfone XLR no mesmo kit, com um receptor só na câmera. Para a equipe de externa que alterna entre entrevista sentada e sonora na rua.
Kit de lapela UHF para entrevista e vídeo com uma pessoa falando, com o receptor na câmera e saída em P2 (3,5 mm) ou XLR.
Kit de lapela UHF para quem fala em sala de aula, palestra ou evento com barulho em volta. A cápsula cardioide da ME 4 ajuda a isolar a voz.
Deixa sem fio o microfone de mão ou o shotgun XLR que a equipe já usa, sem cabo até a câmera. E pode gravar o áudio no próprio transmissor, em cartão microSD.
Dois microfones de mão com chave de mudo e um receptor de meio rack na mesma caixa, com baterias recarregáveis. A cápsula MMD 835 pode ser trocada depois por outra Sennheiser ou Neumann.
Dois microfones sem fio num receptor de meio rack, sem precisar ajustar ganho no transmissor graças à faixa dinâmica de 134 dB. Pela rede, o técnico acompanha e controla os canais de longe.
Para quem já tem rede Dante: as duas vozes entram na rede de áudio pelo cabo de rede, e as saídas XLR continuam lá para a mesa analógica.
Quatro canais numa unidade de rack que liga direto na tomada, com Dante e divisor de antena embutido. Quatro receptores em cascata chegam a 16 canais com um só par de antenas.
Um microfone de mão e uma lapela no mesmo receptor: atende quem fala no palco e quem pergunta na plateia com uma caixa só.
Duas lapelas MKE 2, dois bodypacks e um receptor de meio rack na mesma caixa, para dois apresentadores ao mesmo tempo.
Bodypack de metal para as lapelas e headsets Sennheiser com P2, com tela que mostra a configuração até sem bateria. Conversa com os receptores Evolution Wireless Digital.
Para quem quer escolher a cápsula do microfone de mão e a lapela ou o headset do bodypack, ou já tem esses microfones Sennheiser.
A versão do bodypack EW-DX para quem usa lapelas e headsets Sennheiser com conector de 3 pinos, como MKE 2, MKE 1 e HSP Essential.
Transmissor de mão sem chave de mudo: os ajustes ficam nos botões de função, que podem ser travados. A cápsula é escolhida à parte, entre modelos Sennheiser e Neumann.
Microfone de mão EW-DX com chave de mudo que você programa: corta o áudio, corta o RF ou fica desligada. A cápsula é escolhida à parte.
Base de mesa sem fio para debates, palestras e aulas: o gooseneck XLR de 3 pinos encaixa na base e o som vai para o receptor EW-DX sem cabo na mesa.
A versão de 5 pinos da base de mesa EW-DX, feita para o gooseneck MEG 14-40-L-II B. Leva o microfone de mesa sem fio para plenário, tribunal e sala de reunião.
Para quem precisa ouvir o áudio com clareza no meio do barulho e manter o outro ouvido no ambiente. Leve, fechado e com cabo e almofadas que se trocam em campo.
O som e os números do HD 25 num arco mais simples e mais leve (120 g contra 140 g). Para DJ e monitoração portátil.
Fone fechado com alta atenuação do som ambiente, conchas que dobram e giram para transportar em pouco espaço e cabo espiral que estica até 3 m. Para gravar e mixar sem caixa de som ligada.
Para quem passa o dia monitorando em ambiente barulhento: isola até 32 dB, aguenta 123 dB SPL e tem todos os componentes trocáveis em campo.
Para o operador que não pode tomar um pico no ouvido: o ActiveGard segura o volume em 110 dB SPL e pode ser desligado quando não é preciso.
Fone aberto para quem mixa e edita: os transdutores angulados imitam a posição de escuta diante dos monitores de estúdio. Leve, com almofadas de veludo e dois cabos na caixa.
Fone fechado para quem grava e mixa com o mesmo fone: isola 35 dB a 5 kHz, aceita o cabo na concha direita ou na esquerda e vai na bolsa para o estúdio de fora.
Fone aberto para quem fecha a mixagem no fone: troca de almofada conforme a etapa do trabalho e aceita o cabo em qualquer uma das conchas.
Para palestrante que passa horas com o microfone: armação de metal de aprox. 7 g, arco de pescoço ajustável e haste de 1,1 mm.
Para repórter e técnico de externa: headset fechado e leve, com limitador de picos em dois níveis e microfone dinâmico de cápsula suspensa contra ruído mecânico.
Para narrador e comentarista que passam horas de fone em cabine barulhenta: concha fechada, arco dividido que alivia a pressão na cabeça e limitador com dois níveis.
Para quem passa o turno inteiro de fone na régie ou no bastidor: conchas fechadas que isolam o ruído, limitador de picos e microfone que troca de lado.
Leve e aberto, para quem fala no intercom o dia inteiro e precisa continuar ouvindo o que acontece na sala.
Para comentarista em ambiente muito barulhento: além da concha fechada, o NoiseGard ativo reduz o ruído em mais 15 dB.
A versão condensadora do HMD 26: o mesmo headset fechado de externa, com um microfone cardioide que reduz o som de fora e vai até 20.000 Hz.
A versão condensadora do HMD 27, para quem quer a voz do comentário com a faixa do microfone indo até 20.000 Hz, sem abrir mão da concha fechada e do limitador.
A versão condensadora do HMD 46: mesma armação leve e aberta, com microfone com cancelamento de ruído voltado para a fala clara no intercom.
Headset com a cápsula do MKE 2 numa haste curta tipo gooseneck: fácil de posicionar perto da boca, com cabo de fio de aço para ligar no bodypack.
Headset modular: cabo e clipe da haste se trocam separados, a haste de 1,1 mm vai do lado esquerdo ou direito e a haste cardioide do HSP 4 encaixa no mesmo arco.
O headset da linha HSP para quem trabalha perto das caixas de som: cápsula cardioide, capa que funciona como protetor de vento e pop e haste que não torce.
Headset de fala para sessões longas: 25 g, arco de nuca com ajuste contínuo e todas as peças disponíveis separadas para reposição.
Um in-ear de palco com cabo trocável: driver dinâmico de 10 mm, corpo fino e a opção de virar sem fio com o conector Bluetooth da própria Sennheiser, vendido à parte.
Um in-ear para o palco e para a rua: com o módulo Bluetooth ele toca o celular e atende chamadas, e com o cabo P2 volta a ser um IE 100 PRO de retorno.
Para quem precisa do próprio retorno no ouvido com o mínimo de peças: fone dinâmico, cabo P2 que liga direto na saída de fone e três tamanhos de ponteira.
Para o repórter que não tem tempo de apontar o microfone a cada resposta: o padrão omnidirecional capta o entrevistado mesmo sem o microfone voltado totalmente para ele.
Um dinâmico com resposta até 20.000 Hz e bobina de voz de alumínio e cobre, para quem quer brilho e detalhe na voz sem trocar a robustez do dinâmico.
Para palco onde a microfonia é o problema: supercardioide de alta rejeição, com som direto e próximo na voz.
O microfone de reportagem para quando o barulho em volta compete com o entrevistado: o padrão cardioide prioriza a voz de quem está na frente da cápsula.
É a lapela que a Sennheiser coloca nos kits EW-D ME2 Set e EW-DP ME 2 Set. Capta em todas as direções, o que deixa a voz presente mesmo quando a lapela não fica exatamente apontada para a boca.
Headset cardioide para quem canta ou fala com caixa de som por perto: a captação dá alta rejeição a microfonia e a cápsula aguenta 150 dB. É o microfone do kit EW-D ME3 Set.
Para quem fala com caixa de som por perto: a cápsula cardioide dá alta rejeição a microfonia.
A Sennheiser o apresenta como a menor lapela profissional da marca: cápsula de 3,3 mm e cabo de 1 mm para quando o microfone não pode aparecer. Esta versão, Beige 3-Pin Paintable, pode ser pintada.
A lapela para palco e teatro: o Umbrella Diaphragm e a carcaça soldada protegem a cápsula do suor. Existe em versões com plugue P2 (3,5 mm), conector de 3 pinos, XLR ou ponta aberta, em preto ou bege.
Microfone de sapata sem pilha: liga na câmera ou no celular e funciona com a alimentação do próprio aparelho. Pesa 48 g e sai em P2 (3,5 mm) com trava.
Para quem grava sozinho com câmera ou celular e quer ouvir o que está captando: o MKE 400 tem saída de fone com volume no próprio microfone e liga e desliga junto com a câmera.
Shotgun XLR que roda com phantom P48 ou com pilha AA, então serve na câmera sem phantom e também no gravador ou na mesa. Vem com o cabo para ligar em câmera com entrada P2 (3,5 mm).
Leva para produções menores a base do MKE 2: a cápsula KE 4 é derivada dele, com proteção contra suor e 140 dB de pressão máxima.
Shotgun curto para externa de TV, reportagem e set: o princípio de condensador RF deixa o microfone pouco sensível à umidade, num corpo de 19 x 250 mm.
Grava a voz e a ambiência estéreo com um microfone só. Como M e S chegam separados, a largura do estéreo pode ser decidida depois, na edição.
Para captar uma voz ou um instrumento no palco sem trazer o resto: o padrão supercardioide se mantém em toda a faixa de frequência.
Supercardioide compacto para separar instrumentos: atenua mais o som lateral que o modelo cardioide da série e tem resposta até 50.000 Hz.
Shotgun curto e leve que vai na câmera ou na vara de boom e atenua o som lateral sem colorir o timbre. Combina com os outros MKH 8000 na mesma mixagem.
Para captar som de longe em transmissão esportiva e grandes eventos: padrão lobar acentuado e ruído próprio de 8 dB(A), com o mesmo timbre dos outros MKH 8000.
O microfone Profile USB já montado num braço de mesa com cabo de 3 m: o microfone fica na frente da boca e a mesa fica livre.
Liga no computador por um cabo USB-C e grava sem interface nem mesa de som. Ganho, mix e volume do fone ficam em botões no próprio microfone.
Microfone sem fio pequeno para quem grava sozinho, na câmera ou no celular, com gravação interna de reserva se o sinal cair. O receptor já é de dois canais: o segundo transmissor pode ser comprado depois.
Duas vozes ao mesmo tempo com um receptor só, e uma barra de carregamento que guarda tudo e ainda vira microfone de mão para entrevista.
Um bodypack de magnésio que aceita lapela, headset ou cabo de guitarra na mesma entrada, com o modo Long Range e o codec SeDAC herdados do Digital 9000.
Pequeno o bastante para sumir no figurino e com bateria para 12 horas típicas de autonomia, sem abrir mão do modo Long Range do Digital 9000.
O bodypack do AVX vendido avulso, para repor o do kit ou formar mais um canal com outro receptor EKP AVX.
Um corpo de mão para várias vozes: troca de cápsula entre dinâmicas MMD, condensadoras da série 9000 e as Neumann KK 204 e KK 205, sem trocar o transmissor.
O microfone de mão do AVX vendido avulso, para quem já tem o receptor EKP AVX na câmera e precisa de um microfone de mão para entrevista de rua.
Em 1 U, a Base Station recebe os microfones e envia os retornos de todo o sistema por até dois canais de RF de banda larga, e entrega o áudio à mesa pelo Dante.
Um bodypack só no apresentador para o microfone e o retorno, controlado da técnica: ganho, volume do fone e bateria aparecem e se ajustam pelo software.
O microfone de mão que a técnica enxerga e ajusta o tempo todo: bateria, RF e nível chegam à Base Station, e o ganho e o filtro são ajustados à distância.
Lapela que liga direto no celular, sem receptor nem interface: um cabo de 2 m entre a roupa do entrevistado e a entrada de headset do aparelho.
Uma lapela sem fio que liga com um toque e já sai pareada de fábrica. O receptor entra direto no canal XLR da mesa, sem fonte e sem cabo no caminho.
Para quem já tem um microfone com plugue P2 e quer tirar o cabo do caminho: transmissor de cinto, receptor que encaixa no XLR da mesa e operação por um botão em cada peça.
Microfone de mão sem fio pronto para usar: o XS 1, o transmissor na base e o receptor que entra direto no XLR da mesa, tudo pareado de fábrica.
Deixa sem fio o microfone dinâmico de mão que você já tem: o transmissor encaixa na base dele e o receptor, no canal XLR da mesa.
Primeiro fone de estúdio para quem grava voz, monitora a mixagem ou estuda instrumento em silêncio. Fechado, com 32 Ω, e funciona ligado no notebook, na interface, no piano digital ou no celular.
Quando a imagem chega atrasada em relação ao som, o AD-10 segura o áudio até 400 ms e acerta o descompasso num botão.
Cada fonte chega com um atraso diferente, e o AD-200 acerta uma por uma antes de mixar e mandar para até 4 saídas.
Atrasa, equaliza e controla os picos do som antes de ele chegar ao switcher, numa caixa só, com microfone XLR ligado direto.
Leva o áudio da rede Dante até o amplificador ou a caixa ativa de cada sala, com um único cabo de rede para sinal e energia.
Coloca o computador dentro da rede Dante com um cabo USB: o mix da rede entra no software e o áudio do computador volta para a rede.
Para quem já tem o sinal pronto em nível de linha e só precisa colocá-lo na rede Dante, sem pré de microfone no caminho.
Converte o microfone no próprio palco ou púlpito e manda pela rede, no lugar do multicabo até a mesa.
Você escolhe os equipamentos, a gente confere o projeto e envia a proposta. Sem checkout, sem robô: um consultor de verdade olha a sua lista.